Economia 26 de fevereiro de 2026

Sem defensivos é diferencial da agricultura de Feira de Santana

Parte significativa da produção da zona rural é cultivada sem defensivos químicos, mas característica não se estende a todos os produtos comercializados no município

A produção agrícola da zona rural de Feira de Santana é marcada significativamente pelo cultivo sem o uso de defensivos químicos, principalmente nas lavouras de feijão, milho, mandioca e aipim. A prática Sem defensivos é diferencial da agricultura de Feira de Santana Parte significativa da produção da zona rural é cultivada sem defensivos químicos, mas característica não se estende a todos os produtos comercializados no municípiotradicional agrega valor às culturas e representa um diferencial importante da agricultura familiar no município.

Isso não significa que todos os produtos comercializados em Feira sejam orgânicos. Muitos alimentos vendidos na cidade vêm de outras regiões e seguem modelos convencionais de produção. No contexto local, o cultivo sem defensivos está presente sobretudo nas roças voltadas ao consumo das próprias famílias produtoras. Apenas o excedente é direcionado ao mercado, o que explica a participação modesta do setor na formação do PIB municipal.

Manejo tradicional e necessidade de incentivo

O manejo sem aplicação de adubos químicos ou substâncias sintéticas de controle de pragas pode garantir ganho médio superior a 30% em comparação com a produção convencional. No entanto, como não há certificação formal, os preços nem sempre refletem essa diferença. Especialistas apontam que políticas públicas de incentivo, assistência técnica, certificação e ampliação dos canais de comercialização são fundamentais para fortalecer o segmento, assegurar renda aos agricultores e oferecer maior segurança ao consumidor.

Neste ano, a Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria de Agricultura, anunciou a distribuição de 140 toneladas de sementes de feijão e 70 toneladas de milho para a safra de outono/inverno. Se as chuvas forem bem distribuídas e o solo permanecer úmido, a expectativa é de boa produção em 2026, beneficiando tanto as famílias produtoras quanto o abastecimento local.

Com informações Secom/PMFS

26/02/26

 

 

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on RedditShare on LinkedInEmail this to someoneShare on Tumblr


Buscar

Ad
Ad

Impresso Especial

Ad