OAB Feira leva debate sobre bullying e redes sociais a escolas da cidade e zona rural
Iniciativa da Comissão de Proteção à Criança e ao Adolescente busca conscientizar estudantes sobre bullying, cyberbullying e o uso responsável da internet
A Comissão de Proteção à Criança e ao Adolescente da OAB Subseção Feira de Santana segue ampliando ações educativas nas escolas do município, promovendo palestras sobre bullying, cyberbullying e o uso consciente das redes sociais. A mais recente atividade ocorreu nessa quinta-feira (30), na Escola Municipal Reitor Edgar Santos, onde estudantes do 8º e 9º anos participaram de um bate-papo interativo conduzido por advogadas e psicólogas da comissão.
A iniciativa faz parte de um conjunto de ações da OAB Feira voltadas à promoção da cultura de paz no ambiente escolar e à valorização do diálogo como forma de enfrentamento à violência simbólica e virtual entre jovens.

Expansão das ações para os distritos
Neste sábado, 1º de novembro, as atividades chegam à zona rural do município. A palestra acontecerá às 10h30 no Colégio Estadual do Campo Edivaldo Machado Boaventura, no distrito de Ipuaçu, dentro da programação do evento *Dia da Família Presente na Escola*. O encontro, que será realizado das 8h às 13h, contará ainda com feira de agricultura familiar, apresentações culturais e sorteios de brindes e cestas básicas.
A presidente da comissão, advogada e psicóloga Fernanda Marques Dantas, conduzirá a palestra ao lado da professora e advogada Luzinaide Argibay, com a parceria da assistente social Jacineuma Souza Santos, coordenadora do PAIR (Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência Sexual Infantojuvenil). O tema da violência e do abuso sexual infantojuvenil também será abordado no encontro.
Enfrentar o silêncio e promover o diálogo
Para Fernanda Dantas, a realização das palestras em escolas da sede e dos distritos demonstra a importância de tratar o tema de forma constante e acessível. “As crianças e adolescentes vivem uma era em que as redes sociais dominam o cotidiano. Muitos sofrem calados, sem saber como reagir ou a quem recorrer. Nosso objetivo é fazê-los compreender a gravidade dessas situações e buscar ajuda quando necessário”, afirmou.
A presidente destacou ainda que a comissão está aberta a novas parcerias: “Temos recebido diversos convites de escolas e ficamos felizes com a confiança. Queremos ampliar esse trabalho para que nenhuma criança ou adolescente sofra em silêncio”, concluiu.
FH, 31/10/25




