Luiz Tito, 63 anos de vida e 30 de fotojornalismo
Um olhar que transforma momentos em memória coletiva
Por Everaldo Goes
Hoje quero homenagear um amigo e mestre do jornalismo fotográfico: Luiz Tito. Ele chega aos 63 anos de vida com mais de 30 anos dedicados ao fotojornalismo, uma trajetória marcada por talento, sensibilidade e coragem. Ao longo desse tempo, sua câmera registrou a história viva da Bahia, em momentos de festa e também de dor.
Tito aprendeu com grandes profissionais e, com humildade e dedicação, construiu seu próprio caminho em redações como o Feira Hoje e o Jornal A Tarde.
Teve a missão de registrar visitas presidenciais, grandes shows da música baiana e brasileira, mas também enfrentou o peso de documentar tragédias e conflitos. Seu olhar nunca foi apenas técnico — sempre buscou contar a história por trás da imagem.
Entre tantas experiências, guardo o valor das fotografias que Tito fez da cultura afro-brasileira, como o Bembé do Mercado e a Irmandade da Boa Morte. Ele também esteve presente em manifestações políticas e sociais, traduzindo em imagens aquilo que as palavras nem sempre conseguiam expressar.
O legado de Luiz Tito não cabe em álbuns ou arquivos: ele está na memória coletiva, nas páginas da imprensa baiana e brasileira, e no coração de quem reconhece a força do fotojornalismo. Celebrar sua vida e sua carreira é também celebrar a importância de registrar e preservar a nossa história.
No seu Digaí Feira, o fotojornalismo transcreve a alma da cidade.
Algumas das premiadas fotos de Luiz Tito




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@feirahoje
19/08/25




