‘Cadernos do Sertão 2025’ reafirma o papel da literatura como força criadora e memória coletiva
Com edição coordenada por Humberto de Oliveira, obra reúne autores e visões diversas sobre o sertão, consolidando a revista como espaço de reflexão e expressão artística
A mais nova edição da revista literária Cadernos do Sertão estádisponível ao público, reunindo escritores, pesquisadores e artistas que encontram na palavra um território de resistência e invenção. Publicação de caráter cultural e acadêmico, a revista reafirma o compromisso com a difusão da literatura produzida a partir do interior da Bahia, ampliando o diálogo entre tradição e contemporaneidade.

Sob a editoria do professor Humberto de Oliveira, membro da Academia Feirense de Letras (AFL) e colunista do Feira Hoje, esta edição especial de Cadernos do Sertão destaca-se pela curadoria cuidadosa e pela pluralidade de estilos e abordagens. O professor Humberto, conhecido por sua atuação no campo das letras e por seu olhar crítico e sensível sobre a cultura regional, conduz a publicação como um espaço de escuta e partilha entre autores consagrados e novas vozes.
Um espelho da criação e da memória
O volume apresenta textos em prosa e poesia que se entrelaçam com imagens, referências históricas e afetivas, compondo um mosaico de experiências e visões sobre o sertão — não apenas como espaço geográfico, mas como território simbólico e humano. A revista, publicada em formato digital e com acesso aberto, mantém o propósito de democratizar o conhecimento e fortalecer os vínculos entre literatura, identidade e memória coletiva.
Mais do que uma coletânea literária, Cadernos do Sertão 2025 é uma celebração da escrita como gesto de permanência. Em tempos de velocidade e dispersão, o projeto reafirma o valor do texto como abrigo de pensamento e arte, tornando-se uma referência para quem busca compreender a potência criadora que pulsa no interior baiano.
O novo número está disponível no site revistacadernosdosertao.wordpress.com, e simboliza, nas palavras de seu editor, “um convite à leitura e à reflexão sobre a beleza que se revela nos gestos simples e nas vozes que o tempo insiste em preservar”.
Feira Hoje, 15/10/25




