Feira em Memória 20 de setembro de 2026

Primeiro teatro de Feira funcionou no centro, próximo ao Tênis

Trajetória do Margarida Ribeiro começou na Rua Carlos Gomes e ganhou novo endereço em 1982, por iniciativa do prefeito José Raimundo de Azevêdo

O primeiro Teatro Margarida Ribeiro funcionou na Rua Carlos Gomes, no centro de Feira de Santana, próximo ao Feira Tênis Clube, popularmente conhecido como Tênis. Inaugurado em 1971, o espaço ocupava um antigo boliche alugado pela Prefeitura para oferecer aos artistas um local de ensaios e apresentações. Segundo o histórico divulgado pelo município, a abertura teve o espetáculo Cleóputo, de Antônio Miranda. Até então, grupos teatrais recorriam a cinemas, auditórios e ambientes improvisados para apresentar os trabalhos.

Em novembro de 1982, o então prefeito José Raimundo Pereira de Azevêdo transformou o auditório do Colégio Monteiro Lobato, no bairro Capuchinhos, em teatro municipal, atendendo a uma reivindicação da classe artística. O trabalho contou com a participação de outras pessoas, entre elas o artista plástico Juraci Dórea. Instalado no novo endereço, o Teatro Margarida Ribeiro teve um concerto da Orquestra Sinfônica da Bahia na programação de abertura.

Transformações do espaço

Primeiro teatro de Feira funcionou no centro, próximo ao Tênis Trajetória do Margarida Ribeiro começou na Rua Carlos Gomes e ganhou novo endereço em 1982, por iniciativa do prefeito José Raimundo de Azevêdo O primeiro Teatro Margarida Ribeiro funcionou na Rua Carlos Gomes, no centro de Feira de Santana, próximo ao Feira Tênis Clube, popularmente conhecido como Tênis. Inaugurado em 1971, o espaço ocupava um antigo boliche alugado pela Prefeitura para oferecer aos artistas um local de ensaios e apresentações. Segundo o histórico divulgado pelo município, a abertura teve o espetáculo Cleóputo, de Antônio Miranda. Até então, grupos teatrais recorriam a cinemas, auditórios e ambientes improvisados para apresentar os trabalhos. Em novembro de 1982, o então prefeito José Raimundo Pereira de Azevêdo transformou o auditório do Colégio Monteiro Lobato, no bairro Capuchinhos, em teatro municipal, atendendo a uma reivindicação da classe artística. O trabalho contou com a participação de outras pessoas, entre elas o artista plástico Juraci Dórea. Instalado no novo endereço, o Teatro Margarida Ribeiro teve um concerto da Orquestra Sinfônica da Bahia na programação de abertura. Transformações do espaço Ao longo dos anos, o Margarida Ribeiro passou por diferentes intervenções. Em 2008, recebeu refrigeração, novas poltronas, áreas destinadas a pessoas com deficiência, equipamentos de som e iluminação cênica, camarins e bilheteria. Em 2017, foram realizados serviços nas instalações elétricas e implantados sistemas de proteção contra incêndio e descargas atmosféricas. Em 2025, permaneceu fechado durante quatro meses para pintura, manutenção elétrica e hidráulica, substituição do piso de madeira, recuperação das poltronas e dos sanitários, além de reforma e ampliação dos camarins. A reabertura ocorreu em outubro, com atividades do Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana. Segundo a Prefeitura, em agosto de 2026 houve troca de todas as poltronas, reforma do palco e melhorias nos equipamentos sonoros e de iluminação. Outro equipamento municipal é o Centro de Cultura Maestro Miro, implantado em 2004, no Muchila. O complexo abriga o Teatro Ângela Oliveira, o Foyer Jota Morbeck e a Galeria de Arte Aliomar Simas, além de sediar o programa Arte de Viver, com atividades gratuitas de teatro, dança, música e artes plásticas. Após intervenções em diferentes períodos, o centro foi reinaugurado em março de 2026, com melhorias na estrutura, climatização, piso, redes elétrica e hidráulica, paisagismo e espaços de oficinas. O Teatro Ângela Oliveira recebeu 302 novas poltronas e espaços adaptados para cadeirantes, conforme informações municipais. Arte e memória A estrutura cultural da cidade também reúne o Teatro do Cuca-Uefs, o Complexo Cultural Amélio Amorim, o Teatro Carlos Pita, no Centro de Convenções, e o Teatro do Centro Cultural Sesc. O Auditório da Secretaria Municipal de Educação integra os espaços utilizados para apresentações e atividades culturais. Mantidos por diferentes instituições, esses equipamentos ampliam as possibilidades de circulação dos espetáculos, formação de artistas e aproximação entre a produção cênica e a população. Celebrado em 19 de setembro, o Dia Nacional do Teatro convida a reconhecer o trabalho de atores, diretores, dramaturgos, técnicos e produtores, mas também a importância de manter espaços adequados e acessíveis. Em Feira de Santana, a trajetória do Margarida Ribeiro ajuda a compreender como a mobilização artística e as iniciativas do poder público contribuíram para a conquista desses ambientes. Além do entretenimento, os palcos oferecem oportunidades de educação, reflexão e preservação da memória, permitindo que novas gerações tenham contato com a arte. Com informações Secom PMFS  20/09/26Ao longo dos anos, o Margarida Ribeiro passou por diferentes intervenções. Em 2008, recebeu refrigeração, novas poltronas, áreas destinadas a pessoas com deficiência, equipamentos de som e iluminação cênica, camarins e bilheteria. Em 2017, foram realizados serviços nas instalações elétricas e implantados sistemas de proteção contra incêndio e descargas atmosféricas. Em 2025, permaneceu fechado durante quatro meses para pintura, manutenção elétrica e hidráulica, substituição do piso de madeira, recuperação das poltronas e dos sanitários, além de reforma e ampliação dos camarins. A reabertura ocorreu em outubro, com atividades do Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana. Segundo a Prefeitura, em agosto de 2026 houve troca de todas as poltronas, reforma do palco e melhorias nos equipamentos sonoros e de iluminação.

Outro equipamento municipal é o Centro de Cultura Maestro Miro, implantado em 2004, no Muchila. O complexo abriga o Teatro Ângela Oliveira, o Foyer Jota Morbeck e a Galeria de Arte Aliomar Simas, além de sediar o programa Arte de Viver, com atividades gratuitas de teatro, dança, música e artes plásticas. Após intervenções em diferentes períodos, o centro foi reinaugurado em março de 2026, com melhorias na estrutura, climatização, piso, redes elétrica e hidráulica, paisagismo e espaços de oficinas. O Teatro Ângela Oliveira recebeu 302 novas poltronas e espaços adaptados para cadeirantes, conforme informações municipais.

Arte e memória

A estrutura cultural da cidade também reúne o Teatro do Cuca-Uefs, o Complexo Cultural Amélio Amorim, o Teatro Carlos Pita, no Centro de Convenções, e o Teatro do Centro Cultural Sesc. O Auditório da Secretaria Municipal de Educação integra os espaços utilizados para apresentações e atividades culturais. Mantidos por diferentes instituições, esses equipamentos ampliam as possibilidades de circulação dos espetáculos, formação de artistas e aproximação entre a produção cênica e a população.

Celebrado em 19 de setembro, o Dia Nacional do Teatro convida a reconhecer o trabalho de atores, diretores, dramaturgos, técnicos e produtores, mas também a importância de manter espaços adequados e acessíveis. Em Feira de Santana, a trajetória do Margarida Ribeiro ajuda a compreender como a mobilização artística e as iniciativas do poder público contribuíram para a conquista desses ambientes. Além do entretenimento, os palcos oferecem oportunidades de educação, reflexão e preservação da memória, permitindo que novas gerações tenham contato com a arte.

Com informações Secom PMFS 

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20/09/26

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