Quando o Flu de Feira teve de treinar no Exército
Em 5 de outubro de 1976, o Feira Hoje registrava uma situação curiosa. Mesmo disputando a principal divisão do futebol nacional, o Fluminense de Feira não tinha um campo adequado para realizar os treinamentos.
A solução surgiu com o apoio do 35º Batalhão de Infantaria, que cedeu as dependências e o campo de futebol para o elenco tricolor. O técnico João Paulo de Oliveira, o Pinguela, finalmente ganhou um local para reunir e preparar os jogadores.
Naquele Campeonato Brasileiro, o Flu de Feira enfrentava adversários de peso. O grupo reunia cerca de dez equipes, entre elas Bahia, Vitória, Botafogo e Fluminense do Rio de Janeiro, então bicampeão carioca e dono de um elenco com craques como Rivelino e Carlos Alberto Torres, campeões mundiais com a Seleção Brasileira em 1970.
Mesmo diante das dificuldades, Pinguela demonstrava confiança. “Vamos lutar e não podemos mais perder tempo”, afirmou o treinador.
Cinquenta anos depois, a lembrança revela as dificuldades enfrentadas pelo clube para representar Feira de Santana entre os grandes do país. Também renova a torcida pelo Touro do Sertão, que conquistou dentro de campo, em 2026, o retorno à elite do Campeonato Baiano na temporada de 2027.
26/07/26




