Economia & Negócios 10 de junho de 2026

Construção civil empregou 2,5 milhões e pagou média de 2,1 salários mínimos em 2024

Dados divulgados pelo IBGE mostram que setor reuniu 191 mil empresas e movimentou R$ 522,5 bilhões em obras e serviços

A indústria da construção civil no Brasil ocupava 2,5 milhões de pessoas em 2024 e pagava remuneração média equivalente a 2,1 salários mínimos. No período, 191 mil empresas do setor injetaram R$ 95,6 bilhões nos bolsos dos trabalhadores.

Construção civil empregou 2,5 milhões e pagou média de 2,1 salários mínimos em 2024 Dados divulgados pelo IBGE mostram que setor reuniu 191 mil empresas e movimentou R$ 522,5 bilhões em obras e serviçosOs dados fazem parte da Pesquisa Anual da Indústria da Construção, divulgada nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento reúne informações sobre empresas de construção de edifícios, obras de infraestrutura e serviços especializados, como pintura, instalação elétrica e outras atividades de apoio às obras.

Edifícios concentram mais trabalhadores

Segundo o IBGE, a construção de edifícios foi o grupo que mais empregou no setor, com 894,8 mil pessoas ocupadas, o equivalente a 35,7% do total. Os serviços especializados responderam por 34,4% da mão de obra, enquanto as obras de infraestrutura reuniram 29,9% dos trabalhadores. Apesar de empregarem menos, as empresas de infraestrutura apresentaram a maior média de funcionários por empresa, com 39 pessoas.

As obras de infraestrutura também registraram os maiores salários médios, com remuneração equivalente a 2,6 salários mínimos. Na construção de edifícios, a média foi de 1,9 salário mínimo. Já os serviços especializados pagaram, em média, 1,8 salário mínimo. Em 2024, o salário mínimo nacional era de R$ 1.412.

O valor total de incorporações, obras e serviços de construção chegou a R$ 522,5 bilhões em 2024. A mão de obra foi o principal custo das empresas, representando 30,7% do orçamento. O setor público respondeu por 33% da demanda por obras no país, com peso maior nas obras de infraestrutura, onde representou 48,2% da contratação. Com informações da Agência Brasil.

Com informações da Agência Brasil 

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10/06/26

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