Direitos Humanos estarão em campo na festa com ações de cidadania e proteção
Durante os dias da Micareta de Feira (1º a 4 de maio), a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia (SJDH) mobiliza dezenas de instituições parceiras para transformar a festa também em espaço de cidadania, inclusão e respeito. Dois postos do Plantão Integrado dos Direitos Humanos funcionarão durante o evento: um no Colégio Luiz Eduardo Magalhães (Rua Vasco Filho) e outro no Circuito Maneca Ferreira (Av. Presidente Dutra).
A ação integra o projeto Direitos Humanos em Eventos Populares da Bahia, que garante acolhimento, prevenção e resposta rápida a situações de violação de direitos. Nesses postos, serão recebidas denúncias e reclamações envolvendo violência contra crianças, adolescentes, mulheres, pessoas LGBTQIAPN+, com deficiência e idosas, com encaminhamento imediato aos órgãos competentes.
“O compromisso com a dignidade humana não tira folga. Queremos uma Micareta onde todas as pessoas celebrem com respeito, liberdade e segurança”, afirma o secretário Felipe Freitas, feirense e titular da SJDH.
Rede de proteção fortalecida
O Plantão Integrado prioriza o atendimento a grupos vulneráveis e executa ações como:
- Campanha “Respeito é Nosso Direito!”: distribuição de materiais educativos contra racismo, LGBTfobia, capacitismo, xenofobia e etarismo.
- Pulseiras de Identificação: para crianças, adolescentes e pessoas com surdez, facilitando a localização em caso de desencontro.
- Fiscalização do Procon-BA: proteção ao consumidor, vistoria de camarotes e garantia de acessibilidade.
- Formação para agentes de segurança: capacitação em direitos humanos em parceria com a SSP-BA.
- Guia da Rede de Proteção: publicação com os serviços disponíveis durante o evento.
- Relatórios diários: boletins com balanço das ocorrências registradas, promovendo transparência.
Atuação em rede
O Plantão Integrado reúne parceiros como o TRT5, MPT, TJBA, MPBA, DPE-BA, SSP, Sepromi, Setre, Seades, SPM, Serin, Ouvidoria Geral, UNICEF, secretarias e conselhos municipais, além de entidades da sociedade civil como Pontos Diversos, Cáritas, Fetipa e o Comitê de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.
Com informações SJDH
FH, 30/04/25




