Sem categoria 28 de setembro de 2023

Consulta pública busca transformar e orientar a economia em modelo mais sustentável

O Ministério da Fazenda realiza até 20 de outubro consulta pública para a Taxonomia Sustentável Brasileira , uma iniciativa que visa transformar e orientar a economia do país em direção a um modelo mais sustentável e regenerativo. As contribuições da sociedade poderão ser enviadas pelo site:

https://www.gov.br/participamaisbrasil/ .

As linhas gerais do conjunto de regras serão formalmente apresentadas na COP 28, nos Emirados Árabes Unidos, em novembro.

Em coletiva de imprensa, técnicos da Secretaria de Política Econômica apresentaram o plano de ação para iniciar o desenvolvimento da ferramenta em 2024. São três objetivos estratégicos bem definidos: mobilizar investimentos para áreas de impacto positivo, fomentar inovações tecnológicas para uma economia mais verde e estabelecer uma base sólida para a produção de informações confiáveis relacionadas às finanças sustentáveis.

A ideia é responder aos principais desafios ambientais e sociais do país, levando em conta seus compromissos e planos prioritários, além de remodelar seu panorama econômico e financeiro, priorizando a sustentabilidade e a regeneração em todas as suas faces. A taxonomia sustentável brasileira integra o Plano de Transformação Ecológica.

“Nós temos a oportunidade de desenvolver e transformar a nossa estrutura produtiva, a nossa matriz energética e a estrutura social”, disse Guilherme Mello, secretário de Políticas Econômicas do Ministério da Fazenda durante a apresentação.

Saiba mais sobre o Plano de Transformação Ecológica

Cristina Reis, subsecretária de Desenvolvimento Econômico Sustentável, explica que a taxonomia funciona como uma espécie de “vocabulário” dos ativos financeiros e atividades econômicas sustentáveis, facilitando o entendimento daquilo que é relevante para a estratégia brasileira de enfrentamento à crise climática. “O que acontece hoje é que diversas instituições financeiras, empresas entre outros atores econômicos têm formado seu próprio entendimento do que é um ativo sustentável, então chegou a hora de haver um entendimento padronizado do assunto”, disse.

Fonte: Ministério da Fazenda

FH, 28/09/23

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