Memória 15 de fevereiro de 2026

Escritor Eduardo Kruschewsky relembra os primeiros tempos da TV na Bahia

Crônica publicada na coluna História do site da Academia Feirense de Letras resgata um tempo em que desenhos eram prêmio e novela “coisa de adulto”

A televisão chegou à Bahia em preto e branco, como um “aparelho mágico” capaz de transformar salas e janelas em ponto de encontro de vizinhos. Essa lembrança, carregada de humor e nostalgia, é contada pelo escritor e acadêmico Eduardo Kruschewsky, que recorda a própria Eduardo Kruschewsky relembra os primeiros tempos da TV na Bahia Crônica publicada na coluna História do site da Academia Feirense de Letras resgata um tempo em que desenhos eram prêmio e novela era “coisa de adultoinfância, no texto publicado na coluna História do site da Academia Feirense de Letras (AFL).

No artigo, ele relembra que a TV Itapoan surgiu em 19 de novembro de 1960, e que, nos primeiros tempos, possuir um televisor era artigo de luxo. Por isso, era comum que casas se enchessem de vizinhos curiosos, atraídos pela novidade que projetava imagens em preto e branco e parecia “mágica” para a época.

Censura em casa

Eduardo lembra ainda que, naquele tempo, novelas eram vistas como entretenimento de adulto e eram proibidas para crianças. A educação era rígida e a censura familiar fazia parte do cotidiano. Para os pequenos, restavam os desenhos animados, que viravam verdadeiro prêmio, com personagens como Mickey, Pica-Pau, Pernalonga, Tom & Jerry, Patolino e Ligeirinho, numa programação que marcou gerações.

O escritor também recorda as matinês disputadas no Cine Guarani, em Salvador, e os festivais de Tom & Jerry, além dos antigos disquinhos Carrossel, que reuniam famílias em torno da radiola para ouvir histórias infantis. No fim, a crônica vira quase um convite para reviver o passado e sentar no chão com filhos e netos, como se fazia antigamente.

Conteúdos diversos 

O texto integra a seção História do site academiafeirensedeletras.com.br, onde a Academia Feirense de Letras reúne artigos, memórias e conteúdos culturais diversos. No mesmo espaço, o público pode acessar também a Biblioteca Digital Outran Borges, que disponibiliza gratuitamente obras raras, documentos históricos e publicações que podem ser lidas e baixadas, fortalecendo a preservação da memória cultural de Feira de Santana e da Bahia.

15/02/26


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