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Feira e Região 27 de março de 2017

Sessão científica do SAMU debate formas de violência na cidade

 

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Evento aconteceu na noite de quarta-feira, 22
As diversas formas de violência registrada em Feira de Santana, sob a ótica de quem a vivencia, foram discutidas durante mais uma edição da Sessão Científica, realizada pelo SAMU, no Auditório Dr. João Batista de Cerqueira, na noite de quarta-feira, 22. O tema foi “Abordagem às situações de violência em Feira de Santana”.
Os profissionais que trabalham neste órgão atendem muitos casos de violência, letal ou não. E também se expõem a ela. Não raro chegam ao local do crime antes da equipa da polícia, de quem sempre solicita apoio durante estes tipos de ocorrências.
O secretário de Prevenção à Violência, Mauro Moraes, que é delegado da polícia civil, afirmou que a violência não deve ser combatida com violência e que ela se interrelaciona. “Forças de segurança devem apoiar o SAMU nos casos mais distantes”. A Guarda Municipal é destacada para acompanhar as equipes.
O problema da violência contra a mulher é caso de saúde pública, mas continua invisível, afirmou a coordenadora da CRMQ (Centro de Referência Maria Quitéria), que atende mulheres vitimadas pela violência doméstica.
Destacou o avanço no município da rede de proteção à mulher vitimada por este tipo de violência. “O que ela procura é uma escuta qualificada”. Ela também pediu a colaboração do SAMU no esforço para se combater este tipo de violência.
O capitão PM Melchezedec Santos falou da missão constitucional da força policial em fazer o policiamento ostensivo e de caráter preventivo. Mas o que vem sendo realizado é o trabalho de maneira repressiva. “Realizamos atividades para o crime não aconteça”.
A delegada Ludmila Valadares, titular da 2ª Delegacia, destacou que as equipes do SAMU são os primeiros a chegar ao local do acontecido. Daí a sua importância. “São uns heróis diante da situação de violência”.
O enfermeiro Anderson Reis de Souza, da Sociedade Brasileira de Enfermagem Forense, disse que estudo revelou ser pouco o índice de pessoas que conhecem a rede proteção das mulheres contra a violência. O evento foi coordenado pelo médico do SAMU, José Luiz Araújo.
Secom/PMFS
FH, 27/3/17
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